sábado, 6 de outubro de 2012

SABER PENSAR



UMA QUESTÃO DE ÉTICA!

ABRA ESSE LINK E ASSISTA UM SABER PENSAR A ÉTICA:    http://www.youtube.com/watch?v=L_V0Y0lFJUs
1.       FONTE: O CENTRO DE ONDE PARTEM TODAS AS AÇÕES VEM DO SER HUMANO E SUA CAPACIDADE DE PENSAR E GERAR IDEIAS;
2.       FINALIDADE: É PROTEGER E GARANTIR A JUSTIÇA;
3. JUSTIFICATIVA: É NECESSÁRIO ENTENDER OS DIREITOS E DEVERES DE CADA CIDADÃO;
4.       FUNDAMENTO: MORAL, HONESTIDADE, RESPEITO, CONFIANÇA;
5.       MÉTODO: AÇÕES QUE EXPONHAM A VERDADE E O RESPEITO AO SER HUMANO;
6.       RECURSOS: CONSTITUIÇÃO, CONSCIÊNCIA DE CADA INDIVÍDUO, EDUCAÇÃO BEM FUNDAMENTADA;
7.       OBJETO QUE REFLETE AS AÇÕES: SAÚDE, CIDADANIA, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA, DEMOCRACIA, GOVERNO, IGUALDADE SOCIAL, FAMÍLIA, RELAÇÃO INTERPESSOAL.

Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.


POSTAGEM LIVRE


Por: ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.

JURAMENTO DO FONOAUDIÓLOGO


"Neste momento, ao assumir a profissão de Fonoaudiólogo, obrigo-me solenemente a dedicar meu trabalho à humanidade, utilizando o domínio desta ciência em todas as suas formas de expressão, prevenindo, orientando e tratando todos aqueles que o necessitarem.
Respeitarei os segredos que me forem confiados.
Manterei por todos os meios ao meu alcance a honra da minha profissão.
Não permitirei que considerações de ordem política ou de padrões sociais se interponham entre o meu dever e meu semelhante e não usarei meus conhecimentos contra as leis humanas.
Faço tais promessas solenemente, livremente sob minha palavra de honra."

(Adaptação da Declaração de Genebra - 1948)


E aí vc já parou para pensar a respeito do juramento do fonoaudiólogo? A Ética se  resume no nosso juramento e fica para nossa reflexão: Para quê, para quem estamos nos formando?  Quais serão nossas atitudes diante de diversas situações no caminho de nossa carreira profissional ,onde,  necessitaremos utilizar a Ética diariamente?





CURIOSIDADE

 Gostaram dessa idéia?


POSTAGEM ÉTICA E FONOAUDIOLOGIA

Por: ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.



BOA TARDE  GALERA ... ENTRE UM SÁBADO CHEIO DE AFAZERES DA FACULDADE DEIXAREMOS COM VCS DOIS LINKS EM RELAÇÃO A SURDEZ,  QUE DESTACAM A QUESTÃO DO IMPLANTE COCLEAR  E  TAMBÉM DA ÉTICA NA FONOAUDIOLOGIA.
SALIENTAMOS QUE NÃO SE TRATA DE NENHUMA OPINIÃO PESSOAL DO GRUPO. MAS DEIXAMOS PARA REFLEXÃO DE TODOS.






SABER PENSAR: ÉTICA

Por: ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.

ESSE É O NOSSO SABER/ PENSAR  SOBRE ÉTICA. E VOCÊ O QUE PENSA SOBRE ÉTICA?

1.       ÉTICA é um conjunto de valores que media o direcionamento das ações e relações dos seres humanos no âmbito pessoal e social.

2.       Serve para estabelecer ações/relações saudáveis com princípios como direitos e deveres. Serve também para termos uma sociedade “mais justa”, com limites, mais igualitária e comprometida com a defesa da vida e do mundo a sua volta.

3.       A Ética se constrói a partir da necessidade de ponderar relações e atitudes baseada na justiça, na imparcialidade e da criticidade. Partindo do pressuposto de que os indivíduos precisam refletir sobre seus papéis (comprometimento, atitudes, escolhas) dentro da sociedade.


4.       A Ética se destina a toda à sociedade.

5.       É passada nas relações, na família, na escola, nas religiões, em situações conflituosas e nos espaços sociais.


6.       É baseada em leis (legislação) / códigos; Bom senso; Justiça; Valores; e no “ser social” em todas as instâncias.


7.       A Ética nasce do “ser humano” ser um  “ser social”.
     

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

(GRUPO MILITARISMO) Análise dos aspectos éticos do filme: Um Ato de Coragem


Por: ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.

Análise dos aspectos éticos do filme: Um Ato de Coragem

Se aqui no Brasil uma pessoa armada invadisse uma propriedade privada, fazendo reféns e exigindo mudanças nas leis, como você a classificaria? Como criminosa? O filme “Um Ato de Coragem” conta a história de John, homem comum, que trabalha em uma indústria. Ele, sua mulher e seu filho vivem de forma simples, amorosa e religiosa, apesar de terem algumas dividas. O drama da família começa quando descobrem que seu único filho está gravemente doente e precisa de um transplante de coração.
Então, o pai se vê em estado de desespero e procura encontrar formas para pagar o tratamento do seu filho, já que, é avisado que seu plano de saúde não cobriria aquele tipo de intervenção, pedindo, então, ajuda ao governo, empréstimo em bancos sem sucesso, vendendo a maior parte de seus bens e pedindo doações. Mesmo, com esses esforços é impossível obter a quantia suficiente para pagar o tratamento. Sem dinheiro, sem ter mais a quem recorrer, com a certeza de que seu filho iria morrer se nada fizesse, ele toma uma medida desesperada. Invade armado o setor de emergência do hospital onde seu filho encontra-se internado, sequestra e faz reféns médicos, trabalhadores e pacientes afirmando que só vai se entregar quando seu filho for operado. Sem opção ele tenta negociar com a polícia, mas está disposto a perder sua vida para salvar a de seu filho.
 O filme vai seguindo e com ele uma sucessão de atos de vários personagens ou de instituições, tais como o sistema de saúde, os profissionais, as autoridades, os pacientes, a mídia que nos leva refletir a partir do olhar da ética.
O filme é uma grande critica ao sistema de saúde americano, no qual só tem acesso à saúde quem pode pagar por ela, no caso, o hospital se nega a fazer a cirurgia se não houver o pagamento, mesmo sabendo que a criança corria risco de morrer. Sendo a vida nosso bem maior, como negar atendimento a um cidadão que não pode custear sua saúde? Estaremos sendo éticos reduzindo à saúde a uma mercadoria?
A visão de ética do personagem principal foi turvada ou sofreu modificação pelas frustrações e injustiças que sofreu, levando-o a chegar às 'vias de fato', recorrendo a um ato de violência física e violação dos direitos (como a liberdade, por exemplo) de terceiros. Ou seja, ao filho dele foi negado um direito (direito a saúde e tratamentos que possibilitem a mesma), portanto, ele achou necessário 'negar' a outras pessoas seu direito a liberdade para que reassegurasse o primeiro. Situações extremas levam a atitudes extremas, mas para salvar a vida de alguém precisamos colocar a vida de outros em perigo? Onde fica a linha tênue que divide um cidadão abnegado que vai até as ultimas conseqüências para salvar um ente querido de um criminoso? São questões complicadas que leva-nos a ter inquietações. Se todos fizéssemos,  aquilo que fosse melhor para nós, viveríamos em um mundo de egoísmo ético, e isto levaria ao fim da sociedade.
Em relação aos reféns, as opiniões ficaram divididas muitos apoiaram a atitude de John e outros não, principalmente os preconceituosos e que também cometiam atos vistos pela sociedade como imorais. Ao médico foi dado o papel de “mau”, caracterizando este como o profissional da saúde que só pensa em dinheiro. A mídia coube o papel de sensacionalista, de um querer faturar em cima de uma história comovente e ao mesmo tempo polêmica, que acabou colocando a população a favor do “sequestrador”. A uma das autoridades envolvidas coube o papel de manipulação de jogos de interesse, quando percebeu que sua imagem não seria bem vista a partir de determinada atitude considerada antiética pela sociedade e que poderia colocar em risco sua candidatura a deputado. Chamamos a atenção para o último questionamento do filme, a nós cabe o direito de encerrar nossa própria vida em benefício da vida de outro alguém?
Enfim, aqui não se esgota toda a temática ética que o filme trata, por isso vale a pena assisti-lo, aprofundar e refletir nessas e em outras questões (anti)éticas a qual o filme traz a tona. É uma história intrigante e como expectadores sabendo da vida, da luta e da situação do pai, é quase automático nos simpatizarmos com sua história, mesmo, sabendo que ele comente um crime.
Analisando toda a questão damos a nós mesmos a explicação de que só concordamos com o modo como ele agiu (embora saibamos que não é 'correto'), porque ele foi levado a isso por uma condição extrema, de 'vida ou morte', e que ele tinha 'boas intenções'. E é por isso que existe um dilema ético: embora o pai tenha infligido a moral, sentimos de que alguma forma o que ele fez, depois de todas as reviravoltas, se torna um ato ético, pois ele agiu de acordo com o que era certo e necessário para ele naquele momento. Isso nos leva a questionamentos que deixamos como forma de reflexão interna para você amigo leitor: A ética é um elemento sujeito ao tempo, aos momentos e situações? Até que ponto para garantirmos nossos direitos podemos nos sobrepor ao direito do outro? E se fosse um ente querido nosso, como agiríamos?

Texto do Grupo: Ética no Militarismo


ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.
                                         

Tema: ÉTICA NO MILITARISMO

Título: As faces da (in)segurança

A ética está presente em todas as áreas de nossas vidas mais, especialmente, no âmbito profissional quando lidamos com pessoas e vidas a todo o momento. Você já parou para se perguntar sobre a ética na profissão militar?
A disciplina e a hierarquia são e continuam sendo valores primordiais na vida militar. E, ao lado destes dois preceitos surge a ética como o terceiro pilar no militarismo, com o intuito de guiar as condutas profissionais. Em síntese a ética no militarismo se refere a um conjunto de regras ou padrões que levam o militar a agir de acordo com o sentimento de dever, honra pessoal, honra militar e decoro da classe.
Relacionado com ética militar, um fato que chamou a atenção e gerou polêmica no cenário nacional e internacional nos últimos meses, as vésperas do carnaval, foi à greve da Polícia Militar na Bahia, permeado por inúmeras discussões éticas. O que nos leva a questionar até que ponto se pode lutar pelos direitos de uma classe sem pôr em risco a vida da população?
Antes de pontuar algumas questões referentes a este evento, queremos deixar claro que não foram todos os PM’s que aderiram à greve e que os atos de vandalismo foram feitos por uma pequena parte da classe e, que, o nosso intuito com esse texto é levar o leitor a uma reflexão crítica a respeito da temática e não defender “lados”.
A greve aterrorizou a população baiana. Altas porcentagens de violência, homicídios, roubos. E entre mortos e feridos, inúmeros prejuízos financeiros também. As escolas e universidades que estavam previstas para começar suas atividades pararam, o comércio fechou as portas e tínhamos um governo bastante pressionado e preocupado com os prejuízos que teria se tivesse que cancelar a folia momesca. E para completar uma mídia sensacionalista, que fez com que a maior parte da população não entendesse o verdadeiro sentido da greve,  fazendo o movimento se tornar algo “apelativo” e “baderneiro”.
 Vivemos em um Estado Democrático de Direitos, sendo assim não se pode proibir greve e nem de que as classes lutem pelos seus direitos de melhores condições de salários e trabalho. Por outro lado, é um direito dos cidadãos, ter sua segurança garantida pelo Estado, de acordo com a Constituição de 88. Desta maneira, como lhe dar com tal empasse?
Primeiro, que se chegamos a tal situação de calamidade significa dizer, que havia algo errado e não é de hoje. PM’s com baixos salários, precárias condições de trabalho, arriscando a própria vida todos os dias na “guerra urbana”, na qual vivemos. Se saúde, segurança e educação devem ser prioridades em qualquer governo, por que o Estado fecha os olhos para tal precarização desses itens básicos em nosso país? O governo não pode simplesmente fechar os olhos, não querer negociar, tratar com descaso e repressão movimentos como esse. Isso, só fragiliza mais e mais a situação de (in)segurança na qual vivemos. Precisa SIM, dar subsídios para que, de fato, a segurança de nós, cidadãos, esteja assegurada.
Segundo, óbvio que lutar pelos nossos direitos não deve ser considerado um ato antiético, desde, que isso não prejudique o outro, mas há formas e formas de lutar. Não acreditamos que invadir a Assembleia Legislativa, levar mulheres e crianças, usar de força e vandalismo sejam os melhores métodos para alcançar o objetivo desejado, no máximo uma forma exagerada encontrada de chamar atenção do Povo e do Estado.
Terceiro, que o evento foi um prato cheio para a mídia, ainda mais em um período de férias, pré-carnavalesco. A impressa faz com que o povo vire massa de manobra, mostra apenas as consequências do que estava ocorrendo em decorrência do evento, assusta e amedronta a população de forma sensacionalista, rotula o movimento de antiético, ilegal e criminoso. Então, nos perguntamos, será mesmo que a postura dos veículos comunicativos deveria ser essa ou deveria ser de passar as noticias de forma imparcial e com seriedade?
Quarto, e como a fica o nosso DIREITO a segurança, como fica a população diante de tudo isso? Assustada, coagida, amedrontada, encurralada, aprisionada, manipulada? Precisamos acordar e começar a entender que temos um papel ativo em todo esse cenário, seja no período de eleições, seja cobrando, seja denunciando, seja com atitudes éticas em nossa vida diária.
E, finalmente o último ponto a ser refletido. Será que estamos mesmo a salvo em qualquer lugar só porque temos polícia na rua, é garantido nosso direito a segurança só quando a polícia está nas ruas? Obviamente não, claro que isso nos faz sentir mais seguros, mas, será que segurança pode ser resumida a isso?
Pensamos que não, que segurança não se constrói apenas com leis, regras, punição. Pensamos que, segurança se constrói atrelada a várias outras questões inclusive com a igualdade de oportunidades e acesso a educação, só assim começaremos a construir uma sociedade mais justa, mais segura e porque não dizer mais ética.