domingo, 7 de outubro de 2012

'UM ENSAIO SOBRE O PRECONCEITO'

                                                                                                                                                           HOMENS DE HONRA



"Homens de Honra" conta a grandiosa história de Carl Brashear (Cuba Gooding Jr.) um rapaz que veio de uma humilde família negra, que vivia em uma área rural em Sonora, Kentucky. Ainda garoto, no início dos anos 40, já adorava mergulhar, sendo que quando jovem se alistou na Marinha esperando se tornar um mergulhador. Inicialmente Carl trabalha como cozinheiro que era uma das poucas tarefas permitidas a um negro na época. Quando resolve mergulhar no mar em uma sexta-feira acaba sendo preso, pois os negros só podiam nadar na terça-feira, mas sua rapidez ao nadar é vista por todos e assim se torna um "nadador de resgate", por iniciativa do capitão Pullman (Powers Boothe). Quando Brashear solicita a escola de mergulhadores encontra o comandante Billy Sunday (Robert De Niro), um instrutor de mergulho áspero e tirânico que tem absoluto poder sobre suas decisões. No princípio Sunday faz muito pouco para encorajar as ambições de Brashear e o aspirante a mergulhador descobre que o racismo no exército é um fato quando os outros aspirantes brancos - exceto Snowhill (Michael Rapaport), que por isto foi perseguido por Sunday - se negam a compartilhar um alojamento com um negro. Mas a coragem e determinação de Brashear impressionam Sunday e os dois se tornam amigos quando Brashear tem de lutar contra o preconceito e a burocracia militar, que quer acabar com seus sonhos de se tornar comandante e reformá-lo.

A história gira em torno da obsessão do marinheiro Carl (Cuba Gooding Jr., Oscar de coadjuvante por Jerry Maguire) em se tornar mergulhador responsável por missões especiais, na Marinha dos Estados Unidos. Porém, por mais que estude e se esforce para alcançar seu objetivo, Carl sempre terá dois grandes empecilhos pela frente. Primeiro, o fato dele ser negro e querer subir na vida dentro de uma instituição racista como a Marinha. Segundo, a presença do desequilibrado professor e comandante Sunday (Robert De Niro, careteiro como sempre), disposto a tudo para barrar os caminhos do jovem Carl. Homens de Honra é um duelo entre dois personagens obstinados e dois atores talentosos. Carl representa a liberdade, a mudança de ares de um rígido esquema militarista, a força de vontade. Sunday veste a camisa de uma Marinha antiquada, racista e reacionária, personificando a intolerância até o limite do insuportável.
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:
  • O QUE NOS DESPERTA NO FILME É A INDIGNAÇÃO POR UM SEGREGAÇÃO ABSURDA DE ETNIAS QUE ENCONTRAMOS ATÉ HOJE EM NOSSA SOCIEDADE, O PRECONCEITO AINDA É PERPETUADO EM NOSSA GERAÇÃO;
  • COR NÃO DIZ QUEM VOCÊ É, PORTANTO DIFERENCIAR AS PESSOAS POR CONTA DE SUA É ENTRAR NUMA LACUNA DE IGNORÂNCIA E PRECONCEITO;
  • O QUE PODEMOS ENCONTRAR HOJE NA SOCIEDADE, O FAMOSO Q.I- QUEM INDICA, POIS POR MAIS QUE A PESSOA SEJA BOA O SUFICIENTE SEMPRE HAVERÁ ESSE TIPO DE SISTEMA;
  • ENXERGAR A PESSOA DE FORMA MAIS HONESTA É ENTENDER QUE ELA TEM QUALIDADES.
Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.
VOCÊ CONCORDA COM ESSAS DEFINIÇÕES?



CLIQUE NA FIGURA PARA AMPLIAR.

Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.

ÉTICA NA POLÍTICA



                                                            


                                               A POLÍTICA E A ÉTICA!

Ao ler jornais, ver TV ou discutir com amigos, a impressão que se tem, cada vez mais clara, é a de que ética e política não caminham na mesma direção em nosso país. Corrupção e desonestidade fazem parte da rotina do cenário político nacional e tornam ainda mais frágeis as instituições públicas, fazendo do cidadão brasileiro também uma vítima de tal descrédito.

Outro problema grave é o nível de escolaridade e instrução que temos. Num país com um grau tão baixo de educação, a compreensão de nossa cidadania é sempre precária também. Sem consciência educacional nos tornamos fracos em consciência política.

Isso converge para nossas deficiências morais. Uma sociedade socialmente justa e com bons níveis educacionais tem mais chance de fortalecer os princípios morais que a norteiam. É a partir disso que nos tornamos eticamente responsáveis e a ética é o que nos ampara, que nos guia. O caráter do indivíduo, sua consciência e atitude frente aos desafios diários é o objeto do estudo da ética e seu combustível, de certa forma, já que a ética não é imutável, varia com o tempo, as sociedade. O que não muda é a direção eticamente correta: a favor do que é certo, do que é justo e bom.

E isso tem faltado à política nacional. Políticos, independente de partidos ou ideologias, têm usado a máquina pública ao seu bel prazer. Inverte-se a lógica do bem público: não é um (político) a servir para muitos (cidadãos), mas a energia e/ou recursos gerados por muitos a serviço de apenas um (o corrupto).

A política é o exercício de compartir, de mensurar ideias, propostas. Daí ser tão importante o comprometimento ético para nortear as decisões diárias que os políticos tomam e que atingem o povo a cada momento, por anos e anos. Fazer política não pode ser confundida com fazer politicagem, a arena de mesquinharias e barganhas que muitos dos nossos políticos fazem.

Tal qual fazer política deve ter esse comprometimento, exercer a cidadania também é o exercício diário de ser ético responsável. É a mesma ética, portanto, que norteia políticos e eleitores porque é uma mesma ética que deve atingir a todos, indistintamente. Se não temos o comprometimento com uma moral que se realiza a cada dia, como podemos cobrar de nossos governantes a mesma atuação? Ética é para todos, portanto, e cabe a todos prezar por ela também.

Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.





RESENHA DO FILME O JARDINEIRO FIEL


RESENHA DO FILME O JARDINEIRO FIEL

Por: ADRIELE PEREIRA, ENEIDE FERREIRA, MARCUS SANTOS, MAYARA PAIVA, THAÍSE ADORNO, SINARA, VÂNIA ALVES.
                               
O filme o Jardineiro Fiel, dirigido pelo brasileiro Fernando Meirelles, conta a história de um diplomata britânico e jardineiro (nas horas vagas), chamado Justin que perde sua esposa de forma trágica.  Justin conhece e se apaixona por Tessa, uma ativista de causas humanitárias. Os dois se conheceram em um congresso, onde ele é questionado por ela. Após uma discussão se tornam amigos e dessa amizade nasce à união, se casam e ela engravida. Devido a uma proposta de trabalho se mudam para a África.
Na África, Justin continua com seu trabalho diplomático enquanto Tessa se envolve em causas humanitárias e trabalha ao lado do médico Arnold Bluhm. O seu envolvimento com essas causas a faz notar que algo estranho acontece, levando-a, a uma investigação sobre a presença de indústrias farmacêuticas no Quênia. Na investigação Tessa observa que muitas pessoas têm morrido logo após ingerirem alguns medicamentos e a causa das mortes não é revelada, levando a crer que uma empresa farmacêutica tem usado pessoas como cobaias para testar seus medicamentos, e o pior é que as pessoas não sabem que estão sendo usadas para tal fim.
Por fim essas investigações a levam a preparar um dossiê expondo denunciar as ações criminosas que estão acontecendo para a Organização das Nações Unidas, o que a faz ser assinada. Quando Justin volta da viagem a trabalho é avisado do assassinato de sua esposa e retorna ao Quênia para reconhecer o corpo.  Devido aos mistérios que cercam a morte da esposa, ele decide investigar, pois, as informações que o consulado forneceu não foram convincentes. Com isso descobre o trabalho que sua esposa vinha desenvolvendo e decide ir atrás de informações que lhe ajudem a concluir o dossiê. Consegue as provas e consegue e entrega-las as autoridades por meio de um amigo. Após a sensação de dever cumprido decide retornar ao local onde sua esposa foi assassinada com a intenção de se suicidar, porém é assassinado antes provavelmente pela mesma pessoa que matou sua mulher.
Nesse filme podemos observar que ocorrem vários conflitos éticos, como em relação ao teste de medicamentos em pessoas de comunidades pobres, negras, sem o conhecimento delas sobre o uso desses. A empresa pesquisadora por achar que essas pessoas, por viverem em um país pobre e que já estariam mesmo condenadas a morte, poderiam ser usadas em testes com fins lucrativos.
Um outro aspecto a ser observado foi em relação ao fato das autoridades saberem que este teste estava sendo realizados e mesmo assim se omitirem,  deixando pessoas inocentes servirem de cobaia e serem mortas por estarem sendo usadas contra o seu conhecimento e consentimento no teste de experiência de medicamentos.
Nesse filme, a moral e a ética se confundem bastante. Fica muito claro que 'os fins justificam os meios'. Pois o casal protagonista, em ocasiões específicas, deixa o senso de moral falar mais alto em detrimento da ética e dentro das causas (nobres) que ambos abraçaram: ela, em nome das questões humanitárias, sociais da África; ele, em nome da memória da esposa, ao dar continuidade aos ideais defendidos por ela.
A maior reflexão desse filme é que devemos pensar como cidadãos no bem coletivo que está acima de interesses particulares. As decisões que forem tomadas pelo governo tem que ser em favor do povo e não de uma corporação, que temos que exercer nosso censo crítico refletindo e analisando tudo que nos é proposto, e não aceitar algo sem que tenhamos conhecimento e de sem sermos consultados. E, além disso, para as pessoas da área da saúde fica claro que como “pesquisadores” devemos seguir os princípios da ética em pesquisa e não expor seres humanos a situações de risco psicológico e físico e sempre respeitar o bem soberano que é a vida.
 

Produção Coletiva - Saber Pensar


sábado, 6 de outubro de 2012

A ÉTICA, A MORAL E SUA INTERFACE COM A FONOAUDIOLOGIA


Desde o nascimento nos é ensinado o que é certo e errado e a partir disso reproduzimos os valores impostos pela sociedade. Antes de mais nada, valor moral pode ser definido como "respeito à vida", não apenas a vida individual mas sim a vida coletiva, já que vivemos coletivamente, dependendo uns dos outros.
De qualquer modo, a discussão sobre os valores morais se mantém em posição de destaque, visto que a sua compreensão é deveras importante para o bom funcionamento da sociedade como um todo. Mas como e quando ficou definido o que é correto e o que é considerado errado do ponto de vista social? Tanto religião quanto o livre arbítrio do homem se relacionam com a construção dos ideais de ética e moral, sendo que estes são passados de geração para geração, numa linha perpétua de integração em nossa sociedade. 
Em todas os setores da sociedade, existe um CÓDIGO DE ÉTICA que precisa ser seguido para que nossas atitudes não provoque consequências ruins para um certo grupo de pessoas. Na fonoaudiologia não é diferente, a profissão possui seu Código de Ética, que elenca e disciplina os direitos, deveres e responsabilidades do Fonoaudiólogo, inerentes às relações estabelecidas em função de sua atividade profissional. Diversos gabaritos sociais lançam suas condutas inadequadas de acordo com o poder aquisitivo das pessoas. Além de ser uma grande falta de caráter profissional, não condizente com ética, destacamos, também, a omissão profissional imbuída na condição de sustento ou auto sustentação que prevalece, acima de tudo, para o profissional. Muitos profissionais utilizam a psicologia, grande instrumento de trabalho, para extorquir a condição financeira do cliente e ter um maior saldo nas suas consultas. É muito comum, infelizmente, um profissional de saúde segurar, dentro de um hospital, um paciente com várias "anomalias" até que sua condição financeira se esgote. O paciente, psicologicamente debilitado, não vê que está sendo enredado por uma trama diabólica. Alguns profissionais atingem o impossível do absurdo: conservam o paciente, morto, por uns dias, simplesmente, pelo fato de receberem as diárias. 

Fonoaudiologia - A ética e a modernidade
Claro que a modernidade influi na questão ética, porque a ética tem tudo a ver com a maneira de pensar das gerações. O que hoje chamamos de ética, amanhã pode não ser; principalmente se levarmos em conta que esta ética ira atingir aos padrões morais e sociais de tal época. É preciso admitir, dentro das convenções, todas as mudanças que precisam acontecer para que possamos tomar posse do futuro. Na fonoaudiologia, as intempéries da modernidade resultam, na maior parte, em questões de grande proporções benéficas. A cada dia, parece que o ser humano se desprende mais dos traumas causadores de doenças; em inúmeros casos tornam-se pacientes maleáveis e fáceis para um bom tratamento. As adaptações da ética perante a modernidade não determina que o profissional tenha que mudar a sua própria conduta, ao contrário, elas apenas o aproximam da questão do bom atendimento ao cliente (paciente). 

Fonoaudiologia - A ética e o preço das consultas. 

Existem várias perguntas quando se trata da forma de pagamento e da maneira de como cobrar de um cliente ( paciente) em uma consulta ou um tratamento. Sempre observamos que, quando se presta um bom serviço, um serviço de qualidade, automaticamente, estes aborrecimentos não passam de detalhes. O cliente já gratificado com o serviço, vê-se na obrigação de pagá-lo. Entender-se-ia que, ética é uma questão justa?- correto! É a satisfação pessoal que nos leva ao reconhecimento de qualquer coisa. Se atribuirmos as nossas necessidades à qualidade dos nossos serviços, estaremos sendo injusto com o nosso cliente, e o que é pior, perdendo para a nossa concorrência. O certo é cobrar conforme a necessidade do cliente, levando em conta, sempre, a condição que ele tem com o que pagar. Se, por ventura, faltar a condição, a boa ética pede que o profissional mantenha estabelecida a estrutura de atendimento em nome do zelo com o ser humano. 

Fonoaudiologia - Ética e política 

Também um assunto difícil de ser comentado é a política, não a política da ética que é a mais plausível e coerente da sociedade, mas a política ignorante, suja e partidária. Seria quase que a mesma coisa de falar de futebol para quem detesta. Como tudo tem a sua política a ética também tem a sua. Isto porque os pensamentos éticos são de inteira capacidade psíquica, voluntários do controle mental. Manter um equilíbrio em cada ação, premeditar, pensar no que está se fazendo é uma boa política da ética. Devemos ter, como ética, a nossa condição política indefinida, mas justa de acordo com os nossos sentimentos. Com certeza o que nos fere no sentido das nossas verdades, também, fere ao outro, em igual proporção.

Fonoaudiologia - A ética com a família do cliente ( paciente) 

Como não deveria ser diferente dos outros tópicos, nesse, mais uma vez, a ética proclama à justiça. O envolvimento com a família do cliente, em âmbitos psicológicos, percorre também um caminho de afetividade. É preciso da maior atenção às perguntas para que as dúvidas tenham uma resposta justa, ainda que dolorida. O melhor afeto que um profissional pode passar é a certeza que ele está fazendo o melhor possível no seu trabalho. Esta condição deve ficar bem estabelecida, como ponto de ética - honra, para o cliente ( paciente) e familiares. 


       VERIFIQUE MAIS INTERFACES COM A FONOAUDIOLOGIA NO SITE:



Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.

'CHARGES E ÉTICA'



PARA REFLETIR!
Por: Felipe Caires, Joana Maria, Danielle Carvalho, Lidiane Sotero, Tamires Reis, Micaela Bastos, Joiceângela Nascimento, Sula Pimenta e Ana Clara Tamburi.
CLIQUE NA CHARGE PARA AMPLIAR